sexta-feira, 18 de maio de 2012

PODCAST no Celestino



A sala de vídeo através de sua regente, realizou no turno vespertino uma micro oficina sobre podcast para os alunos da escola. Uma experiencia muito boa e divertida aprovada pelos alunos do 8o ano B. 



Será que dá pra repetir? acho que sim.
fiquem com o gostinho que foi bom....





video


O mais educação e a sala multimidia



No dia 08 de maio, a sala de vídeo através de sua regente, realizou uma pequena oficina sobre multimidia aos monitores do mais educação. Percebemos que foi uma hora super proveitosa, pois, apresentamos todas as opções para a realização de um bom trabalho. Segue alguns flashes.






segunda-feira, 14 de maio de 2012

Formação continuada


A sala de vídeo da escola Celestino Pimentel  abriu inscrições para um curso de formação cotinuads chamado VIDEO E ESCOLA: UMA PROPOSTA PEDAGOGICA.  Com a carga horária de 80 horas para professor de educação infantil e ensino fundamental 1 e 100 horas para regentes de sala de vídeo, esse curso será semi presencial de 04 módulos.
Assumindo como pressuposto que a utilização de vídeos em processo educativo depende de um planejamento criterioso, esta formação visa apresentar sugestões para leitura e análise deste recurso áudio visual, de modo aproveitá-lo de forma adequada e competente na educação básica. 

 Os módulos á distância serão ministrados através do nosso blog e as as aulas presenciais serão feitas mensalmente no horário de estudo, sendo que o módulo três (3) será excepcionalmente presencial. As dúvidas e esclarecimentos serão feitos pelo blog. Os regentes da sala de vídeo não realizarão o módulo quatro (4) e sim o módulo complementar.
Os participantes da formação continuada receberão um certificado chancelado pela escola e terá direito a certificação os participantes com a frequência de 100% nas aulas á distância e 75% nas aulas presenciais.

O curso tem a aprovação do NTE ( núcleo de tecnologia educacional)

 Para mais informações, deixe um comentário.

domingo, 22 de abril de 2012

momento cidadania!

Cidadania não é só requerer seus direitos...é respeitar os direitos dos outros. 









O rapto do garoto de ouro vai virar filme!

Livro “O rapto do Garoto de Ouro”, de Marcos Rey, vai virar filme

O trio de amigos Leo, Gino e Ângela está de volta para investigar o sequestro de um jovem astro de rock
Luiz Fernando Cardoso – 21/04/2012
O rapto do Garoto de OuroMais um livro da Coleção Vaga-Lume escrito por Marcos Rey vai virar filme. Trata-se da obra O rapto do Garoto de Ouro. Os protagonistas do livro são os mesmos de O mistério do cinco estrelas e de Um cadáver ouve rádio: Leo, Gino e Ângela. O trio de jovens amigos investiga o sequestro do jovem astro de rock Alfredo, o Garoto de Ouro, que desapareceu desde sua festa de aniversário em uma cantina do Bexiga.
A produtora RT Features pretende filmar O rapto do Garoto de Ouro junto com O mistério do cinco estrelas. As filmagens de Um cadáver ouve rádio seriam feitas depois. Por enquanto, não foi definidas datas para as filmagens das três adaptações que irão utilizar a mesma equipe.
As informações são do Omelete.


INFORMAÇÕES ADICIONAIS: POR http://semtedio.com
A novidade foi anunciada pela produtora RT Features, que comprou os direitos da obra recentemente. Dessa forma, os planos iniciais de gravação dos filmes foram alterados, seguindo agora a ordem de publicação dos três livros, que contam com a presença dos mesmos personagens. Assim, O Mistério do Cinco Estrelas será filmado junto com O Rapto, deixando o Cadáver Ouve Rádio para outro momento, ainda não definido.
Desde que foram divulgados, os projetos se tornaram bastante esperados por quem cresceu lendo as histórias de Marcos Rey. Na época de seu anúncio, o produtor Rodrigo Teixeira afirmou que esse era também o grande sonho da viúva do autor. Por enquanto, porém, ainda não existem maiores informações sobre quando serão lançados.

sábado, 3 de março de 2012

Aprender a aprender

Segue abaixo, o vídeo utilizado na oficina ministrada pelos professores Danilo e Eudésia, regentes dos espaços multimídia da escola no turno vespertino, aos professores do EJA, ontem a noite. 
Uma brilhante reflexão sobre o papel do professor do seculo XXI.






Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. ( Richard Bach)
                                                                                                                              

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Para refletir: Tecnologia e Educação - As mídias na prática docente

Livro organizado por Wendel Freire discute o uso de mídia na prática docente e como as transformações tecnológicas e comunicacionais mudaram as relaçõeentre os indivíduios e afetaram a escola e o modo de ensinar.

“As tecnologias não são boas ou más. Depende do uso que você faz delas.” A frase, na introdução do livro Tecnologia e Educação – As mídias na prática docente, organizado por Wendel Freire, traduz bem com que temas o leitor vai se deparar nas páginas seguintes.
Os autores convidam o leitor a refletir sobre como a escola tem disponibilizado aparelhos etecnologias a seu público, por exemplo, e se está debatendo e/ou procurando entender como essaevolução tecnológica gera transformações na sociedade.

O artigo de Valter Filé, por exemplo, faz um passeio pela evolução das tecnologias ao longo do tempo, discute as relaçõeentre cultura oral e escrita, a chegada das mídias eletrônicas... sempre na perspectiva de que não adianta colocar em uso todos os meios ou criticá-los, sem conhecer suas nuancee refletir sobre seus usos e a quem se destina. Ou seja, levar em conta o contexto desse usoe o enorme potencial transformador que as tecnologias possuem.
Dimmi Amora, por sua vez, questiona se o professor está preparado para ser dono de um meio decomunicação. Ele lembra que a evolução das comunicações de massa está diretamente ligada àevolução da humanidade e que hoje os meios que surgem, já carregam a possibilidade de interaçãoentre o produtor de conteúdo e o público a quem se destina suas mensagens.
Ou seja, hoje, “a participação de quem recebe a mensagem é elemento constituidor da própria mensagem”. Todos nós somos produtoreem potencial de um site, um blog, uma revista, um jornal....Isso aumenta nossa responsabilidade pelo que produzimos, visto que seu alcance é bem maior.
Os professores devem preparar seus alunos, portanto, para enquanto audiência saberem a melhor maneira de criar produtos para os meios de comunicação, serem críticos em relação a eles, mas ao mesmo tempo saberem o que queree o que fariam com um veículo na mão, aproveitarem as possibilidades que eles oferecem.
A autora afirma que a esperança, talvez única, para uma profunda transformação na produção dos meios de comunicação é a escola. E que aprender televisão, por exemplo, deve ser considerado tão importante quanto aprender literatura. A partir do momento em que estudantes aprendesobre os meios e a produzir para os meios, tornam-se indivíduos mais responsáveis não só com a escola, como com a sociedade em volta dela.
Na mesma linha, Wendel Freire reflete sobre a presença maciça e veloz das informações na nossa sociedade e como estamos (ou não) processando essas informaçõee transformando-as (ou não) em conhecimento.  Citando Sêneca, Wendel ressalta que “nenhum vento sopra a favor de quem não sabepara onde ir” e que temos que estar preparados para lidar com essa velocidade midiática.
Segundo o autor, uma das maneiras é trabalhar com os meios de comunicação nas escolas. Não apenas como recurso pedagógico, mas como objeto de estudo, “para que os jovens tenham uma compreensão menos superficial de sua época, da influência midiática no jogo democrático, no discurso ideológico e no consumo”. Para Wendel, qualquer projeto de sociedade e de educação develevar em conta a mídia enquanto espaço público.
O artigo revela ainda uma pesquisa feita pelo autor junto a alunos de 5ª série de uma escola pública do Rio de Janeiro, que tiveram a oportunidade de conhecer o processo de produção de um jornal, debateram sobre mídia e, por fim, fizeram uma aula-passeio em sua comunidade adotando a postura derepórteres, fotografando e registrando tudo. O final da experiência foi a produção de um jornal produzido pelos alunos e que acabou sendo um exercício de reflexão crítica sobre a mídia e a sociedade.
Lígia Silva Leite estimula uma reflexão sobre diferentes momentos da cultura e como eles impactaram a forma de elaborar e representar o conhecimento. Ela defende que os educadores se perguntem dequal maneira querem que a mídia deve ser integrada ao processo pedagógico e, ao mesmo tempo, sugere que não seja de uma forma tecnicista, como mero recurso de apoio.
A autora defende que os educadores devem interagir com a mídia sem cobrança educativa, mas a partir de sua adequação à proposta pedagógica em questão, integrando-a ao processo educativo em consonância com a abordagem da tecnologia educacional. Além disso, ressalta que a escola de hojedeve ser “problematizadora, desafiadora, agregadora de indivíduos pensantes que constroem conhecimento colaborativamente e de maneira crítica. Nessa perspectiva o educador deve ser mais do que  nunca um “estimulador, coordenador e parceiro do processo de ensino e aprendizageenão mais um transmissor de conhecimento fragmentado em disciplinas”.
O livro traz ainda artigos de Marcos Silva analisando o aluno da geração digital, que tem levado a atitude para dentro da escola e exigido uma nova sala de aula e Edméa Oliveira Santos, que fala da aprendizageem um ambiente interativo e espaço de autoria e co-autoria e da possibilidade dediálogos através de blogs ou outras interfaces digitais. E destaca a WebQuest, “atividade coletiva baseada na pesquisa orientada, em que quase todos os recursos e as fontes utilizadas para o desenvolvimento da atividade são provenientes da web”.
Ela estimula, porém, que os educadores criem projetos pedagógicos utilizando as possibilidades tecnológicas e comunicacionais, mas sempre levando em conta a interatividade.
Tecnologia e Educação – As mídias na prática docente
Wendel Freire (Org.), Dimmi Amora, Edméia dos Santos, Ligia Silva Leite, Marco Silva e Valter Filé WAK Editora